Montei toda uma narrativa de uma frase só na minha cabeça, que cobriria quatro dias, teria mil reviravoltas, começaria com "Se quando eu as deixei na frente do..." e acabaria comigo sentado aqui, claramente me encontrando mais perto da morte a cada minuto que passa. (interpretar como uma observação puramente física, onde o tempo inevitavelmente vai para a frente)
Mas a narrativa era muito grande, chata, monofrásica, amargurada e remorciosa, o que me fez desistir dela. Ao invés disso, vou quebrar totalmente o protocolo ao dizer aqui que, por mais chata que ela possa ser, por mais que ela me odeie, eu estou de fato com saudades da Juliana.
Evidente que eu tenho impulsos de escrever aqui em horários que realmente não tenho muito o que dizer. Mas, como dizem os gregos*, c'est la vie!
(*) Os gregos que falam francês, claro.
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