Eu quero amor.
Não aquele amor do "eu te amo porque você me explica Cálculo". Não que eu não queira esse também - se for sincero, quero, claro. Mas eu quero aquele amor do "caraca, você é importante demais, te amo!".
Estava me estudando hoje e percebi que eu me sinto como um manual de instruções universal, que você consulta quando tem dúvida em relação a qualquer coisa, e guarda quando está tudo explicado. Claro que há excessões - gente que, além de ler, escreve, adapta e troca - mas são poucas. Pouquíssimas. O Lula contaria em uma mão só, e ainda sobrariam dedos.
Isso quer dizer que, salvo estas excessões, todas as minhas amizades são falsas? De modo algum. Mas elas não são completamente plenas.
Antecipo aqui o fim do post por sublimação de conteúdo.
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