Sempre reclamo de algo, mas sem citar nomes ou ocasiões. Essa não é excessão.
Mas fiquei de jeito chateado hoje. As pessoas não tem absolutamente nenhuma obrigação para comigo, tenho absoluta ciência disso. Mas amigos, de modo geral, agem como agem não por obrigação, mas por escolha. (bom, a questão da escolha é muito relativa, mas este é um mérito no qual eu não entrarei agora)
O problema todo foi a realização do post passado. Pessoas ignorando a minha existência, isso eu já estou mais que acostumado. Acontece, eu fico de leve emburrado, mas não passo disso. O problema é o manual universal de instruções. É procurar a minha ajuda logo depois de desprezar a minha companhia. Nesse ponto eu fico sim chateado, faço pirraça, e ajo no instinto de justiça - se você não fez algo meramente por não ser obrigado a fazê-lo, quem sou eu para ir contra a sua lógica? Não obrigação por não obrigação, não faço!
Sou uma criança? Com certeza! Mas melhor do que, como eu normalmente faço, ficar me remoendo por dentro sem fazer nada.
Quem não tinha culpa pagou o pato? Pagou, e não me senti bem por isso. Peço desculpas.
Alguém apareceu em um cavalo branco para salvar meu dia? De certo que sim. Agradeço em demaseio.
Aprendi alguma coisa com a situação? Aprendi que não sou tão coerente quanto queria. Aprendi que há as amizades plenas, as amizades não plenas, e as amizades que eu não consigo definir. Esta última categoria me deixa especialmente confuso, pois a pessoa pode me deixar chateado, eu posso ter toda a intenção de ignorá-la, mas eu gosto tanto dela que simplesmente não o faço. Acho que é um tipo de amizade plena, ao mesmo da minha parte.
Enfim, eu escrevi usando a metade errada do cérebro. Escrevi o que eu senti, não o que eu pensei. Escrevi a sensação que passa, não a que fica. Exagerei, tenho total noção disso. Mas precisava exagerar, precisava dizer.
Mas fiquei de jeito chateado hoje. As pessoas não tem absolutamente nenhuma obrigação para comigo, tenho absoluta ciência disso. Mas amigos, de modo geral, agem como agem não por obrigação, mas por escolha. (bom, a questão da escolha é muito relativa, mas este é um mérito no qual eu não entrarei agora)
O problema todo foi a realização do post passado. Pessoas ignorando a minha existência, isso eu já estou mais que acostumado. Acontece, eu fico de leve emburrado, mas não passo disso. O problema é o manual universal de instruções. É procurar a minha ajuda logo depois de desprezar a minha companhia. Nesse ponto eu fico sim chateado, faço pirraça, e ajo no instinto de justiça - se você não fez algo meramente por não ser obrigado a fazê-lo, quem sou eu para ir contra a sua lógica? Não obrigação por não obrigação, não faço!
Sou uma criança? Com certeza! Mas melhor do que, como eu normalmente faço, ficar me remoendo por dentro sem fazer nada.
Quem não tinha culpa pagou o pato? Pagou, e não me senti bem por isso. Peço desculpas.
Alguém apareceu em um cavalo branco para salvar meu dia? De certo que sim. Agradeço em demaseio.
Aprendi alguma coisa com a situação? Aprendi que não sou tão coerente quanto queria. Aprendi que há as amizades plenas, as amizades não plenas, e as amizades que eu não consigo definir. Esta última categoria me deixa especialmente confuso, pois a pessoa pode me deixar chateado, eu posso ter toda a intenção de ignorá-la, mas eu gosto tanto dela que simplesmente não o faço. Acho que é um tipo de amizade plena, ao mesmo da minha parte.
Enfim, eu escrevi usando a metade errada do cérebro. Escrevi o que eu senti, não o que eu pensei. Escrevi a sensação que passa, não a que fica. Exagerei, tenho total noção disso. Mas precisava exagerar, precisava dizer.
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