Há muito briguei com a felicidade, e desde então não nos entendemos bem. De vez em quando eu ainda a provoco, de vez em quando ela tenta me distrair, mas acho que no final das contas só quem me acompanha é um sentimento paliativo que, embora tente fazer o seu papel, não tem a capacidade de substituí-la.
Logo, fico chato.
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